22 novembro, 2006
Frio, calor, frio e calor....
No último final de semana estava dormindo de cobertor, enquanto que hoje, quanto muito, vou dormir de camiseta e coberto apenas com o lençol.
Para terem uma idéia, final de semana estava fazendo quase 16 graus, e com uma sensação térmica um pouco menor, devido a chuva e vento. E hoje fez 32 graus ( que já caiu para 24 graus durante a noite ).
Seria interessante achar algum registro histórico para ver se isso é normal ou não. Pois sempre que um meteorologista aparece para falar das temperaturas, é dito que isso é normal para a época. Certo. Icebergs quase se chocam com a costa da Nova Zelândia, e tudo está normal. Só o "sr." Bush e amigos para acreditar que nada está acontecendo no planeta.
21 novembro, 2006
15 novembro, 2006
Kart day
Para começar, este ano foi a primeira vez que fui ver uma corrida de Stock Car ao vivo. Na verdade, a primeira vez que fui ver qualquer tipo de corrida ao vivo.
E hoje foi dia de eu mesmo ir para a pista, desta vez, de kart. Acreditem ou não, nunca havia feito isso !! Sempre que me convidavam para correr, eu tinha algum outro compromisso, e assim foi indo. Até que um novo convite apareceu e desta vez eu consegui comparecer. E foi muito divertido !!!
Fomos eu e um amigo meu, mais os colegas dele de serviço, correr no kartódromo de Tarumã, aqui perto em Viamão. Imaginem ter que, quente como estava hoje, colocar um macacão que era super quente, bala clava e capacete, e correr embaixo do sol das 12:30 (a corrida foi as 13:30, mas como estamos no horário de verão, corremos na verdade sob o sol do meio-dia).
A corrida tem 30min de duração, com os 10min iniciais para tomada de tempo (larguei em 9, entre 11), e depois mais 20min de corrida mesmo. A largada foi decepcionante. O kart que usamos largava super devagar e também por ter sido em fila indiana.
Bom, nos 10min iniciais andei super devagar. Vários passaram por mim e um até cortou pela grama, jogou terra em mim e ainda reclamou !! Quando começou a corrida, também fui super devagar, até começar a pegar um pouco mais de confiança. Mas mesmo assim andei devagar. Por um bom tempo fiquei achando que o carrinho poderia virar nas curvas, mas que nada !! O bichinho se agarra no chão.
Resultado final: sétimo lugar, uma volta atrás da volta do ganhador (que fez 22 voltas, enquanto fiz 21), um melhor tempo apenas 1,759 segundos atrás do melhor tempo, uma rodada numa curva chata (para não entrar com tudo num cara andando devagar) e um baita hematoma na omoplata direita (preguiçoso, fiquei apoiando este lado do corpo nas curvas para a esquerda, e devia estar fazendo isso sem muito cuidado).
É diversão pura !!! Recomendo a todos que gostam de corridas de carro. Tu acaba a corrida podre: dores nas mãos, nos braços, nas pernas, nas costas... que acabam piorando com o tempo. Mas sem querer parecer muito masoquista: vale a pena !!! :D
09 novembro, 2006
A irmã da Duda
Nos primeiros dias a Pink andava super assustada, e a Duda, idem. A Pink chegava perto e a Duda saia correndo, apavorada, como se tivesse visto um fantasma.
Mas por volta do último final de semana as duas já estavam brincando !!! E a gente achando que ia levar 1 mês ou um pouco mais. No entanto, eu acho que a amizade delas só começou mesmo, nesta rapidez, por conta dos remédios que estamos passando na Pink. Explico.
A coitadinha veio da dona original com um fungo na pele ! :(
E está para nascer uma cachorrinha tão medrosa. Chorava só porque estávamos passando pomada na pele dela. E numa dessas aplicações, a Duda veio ver o que estava acontecendo, preocupada. E depois disso parece que o medo que a Duda tinha passou (para ser honesto, parece que ele diminuiu. E bastante).
Está sendo bem divertido ver as duas brincando. A Duda, enorme perto da Pink, puxando a menor para brincar (e a Pink parece mesmo um ratinho de tão pequena). E a menor não deixando barato, puxando a Duda para brincar. :D
E a Pink é bem ligadinha. Já sabe pedir comida, sabe que tem que fazer as necessidades em cima do jornal... Uma gracinha :)
No começo estava meio reticente até. Mas agora eu estou vendo que foi uma boa idéia ter comprado ela (mesmo que com perebas). Está sendo bom para a Duda, e bom para nós.
28 setembro, 2006
O trânsito em Sta Cruz
Saiu na ZH de 28/09/2006:
Trânsito
A cada 16 minutos, um morto ou ferido
Número de acidentes graves cresceu 2,7% no Estado entre 2004 e 2005
RODRIGO CAVALHEIROA cada 16 minutos, a polícia registra um acidente com mortos ou feridos no trânsito no Rio Grande do Sul. A informação faz parte do Mapa da Violência, levantamento da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) baseado nas ocorrências referentes ao ano de 2005 fornecidas pelos Estados.
Entre os 17 municípios gaúchos mais populosos, Santa Cruz do Sul é proporcionalmente o primeiro em registros de choques com mortos ou feridos. Foram 504,8 ocorrências para cada 100 mil habitantes em 2004 (conforme a Senasp, os dados de 2005 de cada cidade ainda não foram repassados pela Secretaria da Justiça e da Segurança gaúcha).
Em números absolutos, Porto Alegre lidera a classificação gaúcha. Foram 6.073 registros de mortos ou feridos no trânsito em 2004. Em 2005, houve 6.291 ocorrências do tipo, um crescimento de aproximadamente 3,5% - percentual quase igual ao do aumento da frota no período (3,7%).
- Não temos como avaliar esses dados como positivos ou negativos, pois segundo nosso controle houve redução de 7% no número de mortos e de 7% no de feridos - diz o diretor de Trânsito e Circulação de Porto Alegre, José Wilmar Govinatzki.
Custo de cada acidente grave é estimado em R$ 35 mil
As ocorrências com mortos ou feridos no Estado crescem em escala menor do que as da Capital. Nos dois últimos anos, o Rio Grande do Sul passou de 30.413 registros para 31.257- elevação de 2,7%, inferior ao do incremento da frota (5,7%).
- Sob uma análise técnica é um percentual aceitável, levando em conta a malha viária e o aumento da frota, dos condutores e do número de viagens - avalia o diretor-técnico do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), João Batista Hoffmeister.
De acordo com Hoffmeister, o custo de cada acidente grave é estimado em R$ 35 mil. Ou seja, o prejuízo decorrente dos registros no Estado em 2005 seria de R$ 1,09 bilhão.
- Estes casos são os que mais exigem fiscalização, pois demandam viaturas e remoção especializada. Eles mobilizam e imobilizam os órgãos de fiscalização - complementa Hoffmeister.
15 setembro, 2006
Cada um com as suas “falhas”
Hoje vou falar de um problema pessoal, mas acredito que faça parte da vida de muitas pessoas. Ontem participei de um Chat no Terra, com uma profissional de “auto ajuda”, então resolvi perguntar para ela porque eu não consigo me apegar nem as pessoas nem as coisas. A resposta dela foi “medo”, que eu devia ter passado por alguma situação algum dia que fez com que eu sentisse medo de me apegar. Sim, realmente até acho que já sei que situação foi essa. (só não vou escrever aqui porque acho muito pessoal). Outra dificuldade que tenho é de dizer “eu te amo”. (na verdade acho que nem é outra e sim faz parte da primeira). Hoje falando com uma amiga que é terapeuta, aprendi que eu tenho que treinar isso, para que eu consiga melhorar! Treinar como? Posso para início dizer eu te amo para a Duda minha cachorrinha, para meu irmão eu por enquanto só estou escrevendo...hehehehe, para meu marido eu digo, mas devia dizer muito mais!!!! Porque realmente eu amo, mas é estranho dizer! Mas acho que no fundo é porque não cresci ouvindo isso, e quando agora tenho que dizer simplesmente é estranho! Minha amiga essa me disse que devo dizer isso para meus amigos também, mas assim, aqueles amigos amigos mesmo, suuuppeer especiais! Daí fiquei pensando será que eu tenho amigos para os quais eu diria “ eu te amo” ? Tenho sim muitos amigos mas amigos amigos.....acho que nem enchem uma mão! Enfim mas será com esses poucos mas importantes amigos que eu vou começar a treinar!!!!
09 setembro, 2006
Listas - Parte I
NÃO sentirei falta
- Carroças super carregadas de lixo, conduzidas por crianças, puxadas por cavalos esquálidos;
- Fichas para ser atendido em lojas;
- Motoboys;
- Adolescentes dirigindo Biz;
- Crianças nas esquinas, fazendo malabarismos para conseguir dinheiro;
- Pessoas pedindo dinheiro (ok, eu sei que isso tem no Canadá, mas a quantidade de gente assim, aqui, é demais);
- Desrespeito às leis de trânsito;
- Sensação de inseguranças ao caminhar nas ruas, de dia ou de noite (de noite principalmente);
- Vizinhos fazendo barulho até altas horas, e tu sem poder chamar a polícia (tu até pode chamar, mas eles não virão);
- Os mesmos vizinhos ou tocando pagode, ou funk, ou rap (das versões das mais horríveis);
- Novelas (no começo da tarde, no final da tarde, no começo da noite, e de noite);
- Aqueles programas de "comédia" de muito mal gosto aos sábados a noite;
- Segurança privada para lojas, pois pagamos impostos para termos segurança;
- Flanelinhas: ter que pagar para estacionar em locais públicos é o fim da picada;
- Rede Globo :D
- Taxistas: a imagem da categoria é sempre arranhada por aqueles "espertinhos";
- Os "espertinhos" no trânsito e em geral;
- Família;
- Comida:
- Pizza, salgada e doce;
- Arroz e feijão;
- Suco de laranja a baixo preço;
- Buffet livre de R$8;
- Até o McDonalds daqui é melhor :)
- UNIMED: sendo sincero, é uma tremenda vantagem ter seguro de saúde pago aqui no Brasil;
- Zero Hora dominical;
- Para muitos a questão clima é algo que sempre pega ao se ir para o Canadá, mas vivendo num local onde temos 4 estações do ano num dia, ou numa semana, isso não chega a ser um problema;
07 setembro, 2006
04 setembro, 2006
Nevando no RS
E hoje nevou em várias regiões do estado. Disseram até que nevou aqui em Porto Alegre (outros dissem que foi chuva congelada).
Algumas imagens:
Final de semana automobilístico
E não é que a emoção de estar numa pista, ouvindo o ronco dos motores ao vivo é muito mais emocionante do que ver uma corrida pela tv? :D
Uma corrida na tv e ao vivo são duas coisas bem distintas. Na tv se vêem muito mais detalhes do que numa pista, mas a emoção de ouvir aqueles V8 roncando no retão, como diria a propaganda, não tem preço.
Pontos positivos da experiência: ir nos boxes, ver os carros de perto, e ficar na reta, em frente aos boxes.
Pontos negativos: estava um frio danado, ventando demais e sem sol, e a visão da pista não era das melhores (não dava para ver o final da reta, e alguns pedaços do restante da pista).
Só espero que a empresa onde trabalho, que patrocina uma equipe da Stock Car, dê alguns ingressos para a etapa de Tarumã, que vou tentar ir novamente. Com uma camêra para fotos, e um abafador para os ouvidos (sério mesmo, o barulho é ensurdecedor. Fico só imaginando o que um F1 não deve fazer de barulho).